Atualizando

Oi pessoal, tudo bem?

Então hoje dia 24/08/2015 venho atualizar o blog da grande mania brasileira.

Aqui vamos dar dicas de como lidar com os gastos no nosso dia a dia.

No site www.grandemania.com.br, você pode se cadastrar gratuitamente, assim organizando seus gastos.

 

No blog vou escrever como viver com tranquilidade, sem divídas, como nossa forma de lidar com o consumo de maneira errada afeta nós mesmos e a sociedade a nossa volta.

Sabemos que a educação financeira começa em casa, desde crianças, mas quando essa educação financeira não é ensinada a pessoa se torna consumista não tendo consciência até que tudo vira uma bola de neve.As pessoas endividadas costumam ter crises de ansiedade, depressão, ataques cardíacos, isso também é responsável pelo maior número de divórcio.

 

A educação financeira é como tudo na vida, são hábitos que você cria, então para haver resultado a primeira coisa é começar essa mudança, é ter um objetivo na sua vida. Pode ser conseguir pagar tudo a vista, fazer a viagem dos seus sonhos, ou até mesmo dormir tranquilo sem pensar nas contas que virão amanhã. Faça uma lista de seus objetivos, assim você não perde o foco.

 

Não digo que tenhamos que viver sem comprar nada, mas sim mudar nossos hábitos e manias de comprar o que não precisamos e sim aprender e conseguir comprar o que realmente quisermos, e assim viver com prosperidade.

CONHEÇA SUA PERSONALIDADE FINANCEIRA

Olá,
Hoje vamos descobrir quem na sua casa pode ficar responsável pela anotação diária dos gastos. Acesse o site da GRANDE MANIA BRASILEIRA é gratuito e anônimo lá você irá anotar diariamente tudo o que gasta. Quando você já souber, venha no blog e aos poucos vamos dar as características de cada um. Deixe seu comentário se descobrir a sua!

1-BATALHADORES
2-AVESTRUZES
3-ENDIVIDADOS
4-COMODISTAS
5-GRANDES APOSTADORES
6-ESQUILOS

Renda mensal das mulheres sobe o triplo da dos homens em 10 anos

Fonte: UOL

O rendimento médio das mulheres cresceu mais que o triplo do dos homens entre 2000 e 2010. A renda com trabalho obtida pelas mulheres subiu 13,5% no período, enquanto a dos homens registrou alta de 4,1%. Na média geral, o crescimento foi de 5,5%.

Os dados fazem parte dos resultados do Censo 2010 e foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar de o crescimento ser maior, o salário feminino ainda é menor que o dos homens. Segundo o instituto, o rendimento mensal de trabalho das mulheres, que, em 2000, representava 67,7% do recebido pelos homens, em 2010 somava 73,8% do rendimento masculino.

Em 2000, o salário médio dos homens era R$ 1.450, enquanto as mulheres recebiam R$ 982. Em 2010, os homens ganhavam R$ 1.510, e as mulheres, R$ 1.115.

Dieta cara, mercado otimista

Fonte: Gazeta do povo

O mercado de alimentos especiais e funcionais – produzidos especificamente para quem possui alguma restrição alimentar, como intolerância ao glúten ou lactose, ou a necessidade de consumir menos sódio, açúcar ou mais fibras, por exemplo – cresce três vezes mais que a movimentação dos produtos convencionais. Enquanto o crescimento da indústria de alimentos tradicionais está entre 3,5% e 4% ao ano, o setor de alimentos especiais chega a taxas entre 10% e 11%, no mesmo período, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e para Fins Especiais (Abiad).

Ainda segundo a entidade, o mercado nacional dos alimentos incluídos nas categorias de light e diet faturou R$ 8,7 bilhões em 2010. “Nas últimas duas décadas, tivemos um aumento considerável, porque estes alimentos se popularizaram, passaram a ser vistos como aliados na qualidade de vida”, explica o presidente da Abiad, Carlos Eduardo Gouvêia.

Vocação criada pela necessidade

Há oito anos, quando Isabel Hirata recebeu um diagnóstico de intolerância à lactose, sua família começou a pesquisar sobre o mercado de produtos especiais. Sem encontrar opções, uniu a necessidade pessoal à oportunidade profissional e hoje é uma das proprietárias da Kalloria Zero, no Mercado Municipal de Curitiba. “Fomos pioneiros na capital, não havia outra loja que oferecia esses produtos”, recorda.

Isabel diz que, quando decidiu iniciar as vendas, tinha poucos fornecedores e muitos clientes. Desde então, o número de fornecedores triplicou, mas o preço dos produtos continua alto. “Não conseguimos ver muita diferença no valor dos produtos para comprar, e isso influencia o valor da venda”, justifica.

“Você acaba pagando caro por algumas coisas que chegam a ser intragáveis”, admite a artista plástica Sandra da Silva Maciel, que descobriu a intolerância ao glúten há seis anos. Sem conseguir se acostumar com o gosto – e o preço – dos produtos que não levam trigo, ela decidiu preparar os próprios alimentos. Para economizar, ela passou a comprar ingredientes e preparar pães, pizzas e bolos.

A cozinha da casa de Sandra é exclusiva para as receitas sem glúten, pois não pode haver nenhum tipo de contaminação. “O trigo fica no ar, então o que leva trigo ou glúten tem de chegar aqui pronto”, explica. De acordo com ela, preparar alimentos em casa fica cerca de 30% mais barato que comprar produtos prontos.

Leia mais.

 

 

 

Contas em atraso mudam a rotina da família

Fonte: Folha

Cresceu no mês de março o percentual de famílias brasileiras endividadas. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nesta quarta-feira (21).

Estes gastos se referem principalmente a débitos em cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro ou seguros.

Mas fique atento: nem sempre as dívidas são necessárias! Observe se alguém de sua família sofre com o vício do consumismo compulsivo.

Consumo de energia em 2012 deve crescer na mesma proporção que o PIB

Fonte: UOL

O consumo de energia elétrica no país deve crescer 4,5% em 2012 em relação ao ano passado. É o mesmo percentual previsto pelo governo para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, em 2011 foram consumidos 422.902 gigawatts-hora e a previsão para este ano é de consumo de 442.012 gigawatts-hora.

Para as residências, o aumento do consumo foi estimado em 4,4%. Para o setor industrial, o crescimento deve ficar em 4,7%, enquanto o comércio deve consumir 5,1% a mais este ano. O crescimento do consumo em 2011 relativo a 2010 foi 3,6%. Tolmasquim participou hoje (15) da reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).

Segundo Tolmasquim, o aumento do consumo este ano será puxado pela retomada do crescimento da produção industrial e pelo contínuo aumento da renda da população, que acaba comprando mais equipamentos elétricos e eletrônicos.

Ele garante que os sistemas de geração e transmissão de energia estão preparados para suportar esse crescimento, pois estão operando abaixo da capacidade. “Estamos com sobra de energia e torcendo para que tenha crescimento [de consumo], para poder absorver essa energia excedente”.

Comer fora de casa está mais “salgado”

Dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados pelo IBGE, apontam que a alimentação fora de casa ficou 10,72% mais cara nos últimos 12 meses. A alta mais intensa foi da cerveja, de 12,09%. Se consideramos apenas o mês de janeiro o destaque fica por conta dos lanches, que pesou 1,64% a mais no bolso. Depois, aparecem a refeição (1,36%) e os café da manhã (1,14%).

Os consumidores de Curitiba e Goiânia foram os que mais sentiram o peso no bolso. Leia mais.

Educação financeira deve entrar no currículo da rede pública

Matéria publicada no site Terra e que merece atenção!  Um decreto, aprovado pelo governo federal em dezembro de 2011, propõe que educação financeira faça parte do currículo escolar, já a partir deste ano.

“É muito importante o aluno tomar conhecimento da educação financeira desde cedo, para ser um adulto com maior qualidade de vida e, principalmente, saber fazer escolhas e diferenciar querer de precisar“, afirma Odete Reis, educadora e consultora financeira, ressaltando as positivas consequências deste decreto.

Mas a escola não substituí a relação familiar. Cabe aos professores incutir em seus alunos a necessidade de debater o assunto em casa. “O desafio é fazer com que a educação financeira seja estimulante, inclusive sendo explorada por professores não só de matemática, mas também de outras áreas, como ciências sociais e geografia”, afirma Gustavo Cerbasi, mestre em Administração e Finanças pela Universidade de São Paulo (USP) e palestrante de finanças pessoais. Leia mais